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Codec recebe empresa de cachaça de jambu e discute incentivos para ampliação de fábrica no Pará

Com geração de emprego para 300 pessoas, de forma direta e indireta, empresa paraense, do segmento de bebidas à base de jambu, deseja ampliar seus negócios no Pará e conta com o apoio da CODEC

Por Tarcya Amorim (CODEC)
11/12/2023 20h28

A Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec) recebeu, nesta segunda-feira (11), o sócio diretor da fábrica de bebidas à base de jambu, Omilton Quaresma e o gerente geral do Banco da Amazônia (BASA), unidade Presidente Vargas, Giovane Rodrigues, com intuito de aproximar a instituição financeira, do investidor, a ação faz parte das  estratégicas desenvolvidas pela CODEC junto às empresas que obtém o apoia da Companhia. 

Situada no município de Abaetetuba, no Pará, há oito anos, a fábrica de bebidas pretende ampliar os negócios no Estado e buscou orientação técnica da CODEC para conhecer os atrativos disponibilizados pelo Governo do Estado. Além de atração de novas empresas, a CODEC também apoia empresas que já estão no mercado paraense. 

“Emprego que é gerado por empresas de fora é igual a emprego gerado por investimentos que já existem aqui no Pará, todos trazem geração de emprego e renda, então cabe justamente na finalidade desta Companhia, ainda mais se tratando de um produto como esse, que tem todo um apelo de sustentabilidade, envolvendo biotipos amazônicos, qualidade superior, tudo que o nosso governador vem priorizando e que é estratégia do nosso de governo”, detalhou o Diretor de Atração de Investimentos e Negócios da CODEC, Manoel Ibiapina.

A Companhia tem como objetivo atrair e estimular a consolidação de investimentos produtivos para promover o desenvolvimento econômico e sustentável do Pará e tem como foco o fomento às atividades produtivas no Estado, oferecendo diversas ferramentas de estímulo ao investidor de fora e aos genuinamente paraenses como a aproximação com agências de financiamento,  orientação logística e jurídica, monitorar o incentivo fiscal do Governo do Estado, além de, junto ao investidor, desenvolver as estratégias de mercado. 

Para o gerente de geral do BASA, a relação de aproximação entre a instituição e o Governo do Estado, traz um resultado positivo para a instituição, para o empresário mas também traz estímulo de emprego e renda no Pará. 

“A parceria entre as instituições tem um grande propósito que é o desenvolvimento socioeconômico da região Norte, amazônica. Não dá psra se pensar, apenas, em operações de crédito, sem pensar no impacto social que essa empresa vai atingir, na geração de emprego, e essa empresa acaba gerando emprego naquela comunidade onde está localizado a fábrica, com isso, é possível dizer que o banco foi relevante para a vida de várias pessoas naquela região” destacou o gerente do BASA.

Com perspectiva de crescimento, o empresário tem buscado alternativas para desenvolver ainda mais sua fábrica de bebidas, que atualmente gera emprego direto e indireto à cerca de 300 pessoas em Abaetetuba e conheceu o trabalho da Codec.

“A bebida Indiazinha, é um resgate histórico e cultural da produção de cachaça de alambique, que ocorreu no século passado na cidade de Abaetetuba, que teve a região do baixo Tocantins, muito forte nesse setor de produção. Então nós modernizamos essa forma de produzir, com o que há de mais moderno e tecnológico do mercado e buscamos introduzir produtos de estímulo amazônico, onde, dentre o açai, o guaraná, nós temos como carro chefe a produção de bebida com jambu. Hoje eu diria que, depois do açaí, é o segundo produto de maior identidade do Estado do Pará e é fundamental o apoio da CODEC, para que a gente consiga elevar os produtos da Amazônia para todo o país”, completou o sócio.

Com sabor que causa dormência, a cachaça de jambu tem ganhado, cada vez mais, espaço no cenário nacional. A empresa já produz cerca de 400 mil unidades da bebida, por ano, que são distribuídas no Pará e outros estados do Brasil, como São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Toda produção da cachaça Indiazinha é realizada de forma sustentável, afirma o dono da empresa ‘Nós temos desde os canaviais, até jambuzais, o excedente da nossa produção, provém de produtores da região de agricultura familiar, então nunca foi tirado um pé de árvore, tanto para plantar cana, que foi plantada em áreas de pastagem de gado, quanto para os jambuzais, que os produtores já cultivavam hortaliças, e agora eles estão dando mais ênfase ao jambu, que é para nos atender também”, explicou Omilton Quaresta.

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