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CULTURA

‘Meu Nome é Gal’ é destaque na programação de janeiro do Cine Líbero Luxardo

O público também poderá assistir ao filme japonês 'Monster' e ao brasileiro 'Tia Virgínia', estrelado por Vera Holtz, Arlete Salles e Louise Cardoso

Por Gustavo Pêna (FCP)
11/01/2024 18h00

O Cine Líbero Luxardo, localizado no prédio-sede da Fundação Cultural do Pará (FCP), no Centur, em Belém, está com programação disponível a partir desta quinta-feira (11) até o próximo dia 17. Em destaque, o filme “Meu Nome é Gal”, que conta a história da cantora, compositora e multi-instrumentista Gal Costa, um dos grandes nomes da música popular brasileira, falecida em 2022.

O longa-metragem aborda a trajetória de Gal Costa, uma menina criada sozinha pela mãe, Mariah, uma de suas maiores incentivadoras. Aos 20 anos, a jovem Maria da Graça viajou da Bahia rumo ao Rio de Janeiro para se tornar cantora. Na capital carioca, ela encontrou seus amigos baianos: Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gilberto Gil e Dedé Gadelha (na época, esposa de Caetano), que acompanham os primeiros passos de Gal na música profissional, no final dos anos 1960.Cena do filme ’Meu Nome é Gal’, com a atriz Sophie Charlotte interpretando a cantora

A programação do Cine Líbero Luxardo também conta o filme japonês Monster, história de uma mãe que percebe algo errado quando seu filho começa a se comportar de maneira estranha. Ao descobrir que um professor é o responsável por essa mudança, vai até a escola exigindo saber o que está acontecendo.

Outra atração é o filme brasileiro Tia Virgínia, com Vera Holtz, Arlete Salles e Louise Cardoso, aborda a relação conflituosa de três irmãs, refletindo a realidade de mulheres que se desviaram da expectativa da sociedade em relação ao matrimônio e maternidade.

Os ingressos para as sessões estão no valor de R$ 12,00 e R$ 6,00, a meia-entrada. A bilheteria abre uma hora antes do início dos filmes e aceita pagamento em pix, débito e dinheiro. É preciso atentar para a classificação de faixa etária de cada um dos longas.

Programação do Cine Líbero Luxardo de 11 a 17 de janeiro:

11/01 - quinta-feira

16 h: Tia Virgínia / 98 minutos de duração / Classificação: 14 anos

17h50: Monster / 126 minutos de duração / Classificação: 12 anos

20h10: Meu Nome é Gal / 90 minutos de duração / Classificação: 16 anos

12/01 – sexta-feira

16 h: Monster

18h20: Meu Nome é Gal

20 h: Tia Virgínia

13/01 – sábado

16 h: Tia Virgínia

17h50: Monster

20h10: Meu Nome é Gal

14/01 – domingo

16 h: Monster

18h20: Tia Virgínia

20h10: Meu Nome é Gal

15/01 – segunda-feira

16 h: Meu Nome é Gal

17h40: Monster

20 h: Tia Virgínia

16/01 – terça-feira

16 h: Tia Virgínia

17h50: Meu Nome é Gal

19h30: Monster

17/01 – quarta-feira

16 h: Monster

18h20: Tia Virgínia

20h10: Meu Nome é Gal

Nova estrutura - O Cine Líbero Luxardo retornou com sua programação regular no dia 9 de novembro de 2023, com nova estrutura, incluindo tratamento acústico, iluminação na sala e corredores, pisos e pintura.

A obra da Fundação Cultural do Pará (FCP) iniciou em 19 de janeiro de 2023 e durou 10 meses. A sala de exibição agora possui 102 assentos, sendo dois destinados a Pessoas com Deficiência (PcD). A bilheteria digital, solicitação frequente do público do espaço, também foi implementada, e está disponível desde a reabertura.

O Líbero Luxardo também conta com o novo hall Vicente Cecim, espaço para exposições temporárias sobre aspectos da história do cinema e sobre filmes que estarão em cartaz. O espaço serve ainda como local para prestar homenagens a pessoas ligadas ao cinema e ao audiovisual.

No novo hall há um setor de exposição permanente de equipamentos analógicos e digitais, que fizeram parte da história e do atual acervo, além de cartazes originais de filmes criados pelo cineasta Líbero Luxardo (1908-1980), sorocabano de nascimento e paraense de coração.

A segunda etapa das obras será entregue ainda em janeiro, e inclui a modernização dos equipamentos do cinema, com a aquisição de projetores digitais a laser de última geração e sistema de som padrão dolby digital compatível. Essa mudança será viabilizada com recursos da Lei Paulo Gustavo (LPG), em parceria com a Secretaria de Cultura do Pará (Secult), e terá investimento de mais de R$ 1 milhão.

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